sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

É tempo de Paz...

É Natal, tempo de paz, amor, felicidade e todas essas coisas bonitas... Pena tenho que infelizmente nem todas as pessoas possam viver um Natal como o nosso (aqui nos países ditos "civilizados") e é por esses que vou acender uma vela esta noite!

A todos desejo um feliz e santo Natal e um ano novo cheio de prosperidade...

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A música é grande parte de mim...


Hoje foi dia de concerto e sinto-me tão feliz pelo que fiz e pelo o que os meus colegas fizeram que não consigo descrever... A música está dentro de mim desde que nasci e permanecerá cá dentro enquanto viver! Ainda bem que assim é ...

Gostava de ser um pássaro
E cantar a voar,
Não fazer ou entender mais nada,
Só voar, cantar
E assim ser feliz...


sábado, 18 de dezembro de 2010

Mãe

Hoje acordei a pensar em ti,
Na verdade todos os dias acordo
A pensar em ti...
Não me abandonaste,
Apenas deixaste de ter forças
Para viver a meu lado...
Queria poder dar-te uma flor,
Um carinho,
Um abraço,
Queria poder ver-te...
Queria achar-te onde te deixaram,
Porque nunca lá te deixei!
Por detrás da máscara
Escondo a fragilidade 
De uma criança inocente,
De uma criança que não entende
Porque é que te deixou...
É aos céus que clamo,
É aos deuses que peço,
Mas é a ti que quero
E que ainda hoje acredito
Que vou encontrar ao meu lado
Para festejar as vitórias 
E chorar as derrotas...
Pois é só em ti que encontro 
O amor sem fronteiras,
Regra ou imposição...
O amor nunca morre,
Serás sempre minha guia...
E em tudo o que fizer estarás sempre ao meu lado, eu sei que sim...


sábado, 11 de dezembro de 2010

Poesia: "Utopia"

A poesia é, em diferentes momentos, o grito mais alto e mais calado da alma... Em versos livres escrevo com a emoção e inconsciência de quem viveu ainda pouco...


Utopia

Uma árvore derrubada
Uma gota de água desperdiçada
Uma floresta devastada...
Um mundo destruído
Aos olhos dos mandadores sem lei
Uma peça de puzzle deslocada
Um tesouro desejado
Um diamante cobiçado
Que não está ao alcance de ninguém...
Clamo ao Sol
Que me resgate deste espaço
Deste lugar onde se mata
Pelo desejo inconsolável de matar
O Sol não vem...
A esperança acaba,
A utopia finda,
A luta cessa,
A criança, não resgatada tempo, morre...
Poderei perdoar-me?
Poderemos, nós, perdoar um mundo assim?
Quero tanto distanciar-me desta espécie!
Mas, por mais que não queira,
Eu pertenço a ela
Pertenço à espécie,
À geração que podia fazer tudo
Mas nada fez,
Por isso o mundo acabou,
A criança morreu
E eu não consigo perdoar-me...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Porquê voltado para o mar?

De uma janela pequena e imaginária vejo agora o mar... Vejo a sua imensidão, como é belo e infinito! Penso em como sou pequeno e insignificante, em como somos pequenos e em como nos achamos tão grandes...
Sinto-me, hoje, tão distanciado do lugar onde vivo, sinto-me desligado da minha gente! Sinto que vejo mais além e por isso não me identifico com nada nem ninguém, nem com coisa nenhuma!
Desejo com todas as minhas forças voltar a ser criança, olhar à minha volta e, de certo modo, ser protegido das pessoas e do mundo, desejo não ter de pensar e achar, raciocinar e explicar porque quanto mais sei, mais dói, é por isso que aqui estou eu, voltado para o mar...