A poesia é, em diferentes momentos, o grito mais alto e mais calado da alma... Em versos livres escrevo com a emoção e inconsciência de quem viveu ainda pouco...
Utopia
Uma árvore derrubada
Uma gota de água desperdiçada
Uma floresta devastada...
Um mundo destruído
Aos olhos dos mandadores sem lei
Uma peça de puzzle deslocada
Um tesouro desejado
Um diamante cobiçado
Que não está ao alcance de ninguém...
Clamo ao Sol
Que me resgate deste espaço
Deste lugar onde se mata
Pelo desejo inconsolável de matar
O Sol não vem...
A esperança acaba,
A utopia finda,
A luta cessa,
A criança, não resgatada tempo, morre...
Poderei perdoar-me?
Poderemos, nós, perdoar um mundo assim?
Quero tanto distanciar-me desta espécie!
Mas, por mais que não queira,
Eu pertenço a ela
Pertenço à espécie,
À geração que podia fazer tudo
Mas nada fez,
Por isso o mundo acabou,
A criança morreu
E eu não consigo perdoar-me...
Utopia
Uma árvore derrubada
Uma gota de água desperdiçada
Uma floresta devastada...
Um mundo destruído
Aos olhos dos mandadores sem lei
Uma peça de puzzle deslocada
Um tesouro desejado
Um diamante cobiçado
Que não está ao alcance de ninguém...
Clamo ao Sol
Que me resgate deste espaço
Deste lugar onde se mata
Pelo desejo inconsolável de matar
O Sol não vem...
A esperança acaba,
A utopia finda,
A luta cessa,
A criança, não resgatada tempo, morre...
Poderei perdoar-me?
Poderemos, nós, perdoar um mundo assim?
Quero tanto distanciar-me desta espécie!
Mas, por mais que não queira,
Eu pertenço a ela
Pertenço à espécie,
À geração que podia fazer tudo
Mas nada fez,
Por isso o mundo acabou,
A criança morreu
E eu não consigo perdoar-me...

Sem comentários:
Enviar um comentário